
É tão simples, é quase primitivo... E a dor é tão natural e única, semelhante à de uma tempestade de granizo...
Adoro essa dor, que no inicio me fere rasgando a pele como doces punhais de prata, e que depois vai atenuando a pouco e pouco tornando-se em liberdade... As notas dançam qual folhas ao vento e a melodia é tecida, agridoce e fragil como uma teia de aranha... O sentimento fica perdido algures entre a dor, a liberdade e o sorriso que se esconde atrás do olhar incompreendido... Seis cordas de liberdade, seis pontadas de dor de agulhas finas que me fazem sorrir e por vezes chorar...
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Texto: Dama de Espadas
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